Pesquise no Trespontos

24 de mar. de 2010

*"PIE"*




*Torta; sf (lat torta) 1 Cul Prato cozido ao forno, preparado com massa de farinha e recheado com carne, camarão, palmito ou outros ingredientes. 2 Cul Espécie de bolo diversamente recheado com doce ou frutas: Torta de bananas. 3 Adubo ou forragem constituído pelo bagaço de sementes oleaginosas. 4


Vul. Torto, errônio, inescrupulento, absurdo.



American
Padrões Interno
Educacionais

Caro leitor; seja você o autor do texto, amigo do autor, familiar ou (por encargo de força
maior, além de minha compreensão) outro qualquer, os pensamentos aqui expostos tem c
omo principal base/fundamento/projeção o desenvolvimento pessoal, seja ele unitário, ou
não (esperançosamente).
A leitura é um hábito que deve ser estimulado e apoiado desde a infância de qualquer
indivíduo, porém de forma a entristecer-nos temos a leitura como uma prática defasada por
sua má aplicação.
Nas escolas e afluentes, nos são ensinados/implicados à moda de Ordem e Progresso
padrões interpretativos. Na literatura por exemplo, nos é dito que a comparação de um
fenômeno (seja o mesmo de natureza, intelectual; social; material) com um outro qualquer
através de irônia, possíveis sadismos sarcásticos à mente lógica prática e literal são
metáforas. Por meio de metáforas conseguimos entender dizeres e ditados, comparações
esdrujulas, afins.
Infelizmente, de modo ditatorial (seja de consenso seu caro leitor, ou não defina um
ponto de vista plausível aqui ) nos são, nos é restringido dizer que não podemos enxergar
interpretações aonde bem queremos, de modo conceitual então (fugindo aos padrões
estabelecidos por conceito à chapada). De tal modo nossas visões e pontos de vistas ficam
restritos aos padrões estabelecidos por absurdismo, podemos enxergar tal crítica por meio
de uma análise simples dos processos pseudo-democráticos que nos regem, e da
pseudo-liberdade à que nos prendemos. Somos ensinados padrões sistemáticos cada vez
mais resumidos, nossas capacidades de interpretação ficam inertes de modo que estejamos
alienados, resumidos cada vez mais de acordo com os quadros educacionais. A interpretação
e a individualidade de cada indivíduo começam a ser os fatores mais despejados (vide moda
aliada à mídia conurbada aos processos de comunicação).
Peço para o senhor/a que acompanha o nosso blog, aprenda por insistência e reforce a
habilidade do pensar. Não para a compreensão de vocabulários rebuscados, outrora
ferramentas aliadas à compreensão das idéias expostas aqui e acolá, e sim para com que as
linhas aqui não presentes, mas escritas mesmo assim, possam desenvolver opniões,
pensamentos, debates, frutos de lógica, coesão, bons valores e não apenas críticas. Peço
que talvez, fujamos ao que nos foi implementado no conceito utópico de "Ordem e
Progresso", e vejamos que uma boa leitura não é aquela em que se interpretam os pontos
de vista do autor (vide interpretação como modelo e não opinião), e sim aquela na qual o
leitor raciocina com o que é lido.
Pois é, cá estamos, talvez seja esse um bom começo, agora pense na leitura de forma
conspiracional, talvez os pontos aqui buscados não sejam os reais motivos da leitura, mas
porque então eu diria isso?

Falemos de tudo, para com que com base nos conceitos galgados em valores positivos,
raciocínio, lógica, ética, e outrem, possamos analisar infinitos aspectos...


Somos presos à conceitos extremistas em nossas avaliações, o que é extremamente plausível.
Conviver de forma harmônica deixou de ser desejado, deixou de ser um plano almejado por
grande maioria. No mundo que muitos conseguem e desejam enxergar.
Ser dogmático e entregar-se à conceitos ou realidades que nos são impostas direta ou
indiretamente, talvez seja necessário em um mundo com tanta informação. Como seria
possível trabalhar em indústrias de tanto empreendimento como as petrolíferas (etc), que
hoje, não desenvolvem apenas o extrativismo exagerado, que aceleram inúmeros processos
de transformação da natureza à quem devemos tanto, mas que desenvolvem inúmeras
tecnologias que nos trazem tanta comodidade e segurança, segurança que nos priva a liberdade
pura (não que isso seja ruim), como seria possível trabalhar em tais empresas sabendo que as
movimentações brutas de capital só fazem aumentar a pobreza de outras, como seria possível
vencer a ganância?
Mas é ridículo pensar assim. Ser cético e tentar entender os porquês e por causas do nosso
mundo, das nossa ações é muito penoso. É difícil não se iludir, ou fácil desiludir-se. Mas por
quais motivos seria bom ser iludido?
Apenas aprendemos o real valor das coisas quando as perdemos, ou quando sentimos real
necessidade das mesmas. Como seria bom ficar tão feliz e aliviado, e poder dar valor a toda
e cada refeição feita. Mas em outra virtude, outro lado da verdade, como podemos dar valor
aquelas coisas as quais nós nunca tivemos acesso? Hoje, muita gente vive sem amar, não sabe
que amar é viver, não sabe o verdadeiro valor da família, e por isso, não da valor à algo que
para sí próprio, não existe. O amor da família é capaz de ensinar coisas que educação alguma
é capaz de fazer.

Our country suffers of a undeniable crisis of foretold lost love values, the parlament (said
to be our iconical representants) live along soaring with their greedy fists (see corruption)
and give away things such as their beloved country (see Vanusa and her outstanding national
anthem proclamation) before all of us, mere fuck up citizens.

De forma cética digo que: Pessimistas podem achar que há pior, poderia ser pior, e há de
ser pior. Otimistas levantarão espectativas de que tais escândalos provocar-nos-ei mudanças,
dados que tais escândalos serviriam-nos de essenciais alertas. Realistas assim como minha
pessoa podem pensar que depende do ponto de vista, mas sabemos realmente que na verdade,
Só Deus sabe.

Hoje não há amor a pátria, não há amor à mãe. Nossas mães que por natureza (e me refiro
também à pais [hora lido PAÍS]) nos amam, mas estão muito ocupadas trabalhando, talvez
porque não tiveram tempo de aprender o que é viver, digo... amar.



"A paz é contra a lei, e a lei é contra a paz." ~ O Pensador
henryq*

Nenhum comentário:

Postar um comentário