Eu estou perplexo com os últimos acontecimentos, e é por isso que eu me desculpo pela ausência postal deste endereço de rede em amplitude mundial.
Não posto e não faço críticas e estou empolado, porque está tudo tão claro, e agora o bixo vai pegar...
Sabem? Tem dias que estamos tristes mas nem sabemos o porque, e conseguimos sair de nossas tristezas, mas as tristezas nos adentram. Acho que achei o meu Nirvana, o meu Zen...
Estou leve como nunca, e cheio de responsabilidades que posso acatar com ambas palmas, de pé, da mão viradas para a lua, ou de encontro como o imprevisível. Só sei que estou apto às metas, apto às rupturas estruturais de conformismo e incerteza.
Vou continuar dizendo muita coisa sem dizer nada, e vou dizer que o que faz isso é a música, pra saber se é amor, se é amor. E ainda digo tudo sem dizer nada.
E se foi que eu errei se errei eu não sei mas se foi tempo perdido lhes cedo o livre arbítrio e mando-lhes ao infundível/inexorável abismo inflexível do retrógrado desprocesso descontemporâneo, o que demonstra uma possível maneira de leitura, a que uma dupla afirmação não nos diz muito, precisamos de quatro negações para o mesmo.
E
para
aqueles
que
continuam
sem
entender:
Continuem tentando. E batam antes de entrar...

Inté Cambada!
Henryque.
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